Estou muito feliz por colocar meu primeiro Blog into the world!!!
A vida e passageira e as vezes poucos minutos, parecem uma eternidade.
Com gradidao no coracao eu comeco essa nova misteriosa Jornada na Nutricao da raca Humana.
Estudando na IIN Institute for Integrative Nutrition, me trouxe um palpite de que todos nos somos muito differentes. Sendo vegetariana por alguns anos (Fishetarian/piexetariana) eu tinha a impressao de que carne ou melhor proteina animal era pejudicial a saude. Especialmente levando em consideracao a pobre qualidade de vida desses animals. Como Tim Colin Campbell PhD o autor do livro cahamado "China Study" falou que foi provado que ate a menor quantidade de proteina animal faz dano na saude the uma pessoa. Se voce quizer um insight sobre esse assunto check " China study"(nao tenho certeza se esse livro existe em portugues)
De "China Studies" ate "Atkins Diet" no mundo da Nutricao, ha uma grande variacao de teorias e opnioes. Enquanto a maioria dos profissionais nessa área focam em calorias, carboidratos, gorduras, proteínas, restrições e listas de alimentos permitidos e não permitidos, eu aprendi a criar uma vida feliz e saudável de uma forma flexível, divertida e livre de negações e disciplina rígida. Nos precisamos aprender a olhar a sentir o que esta denro de nos.
Nenhuma dieta funciona para todo mundo. Eu vou guiar você para que encontre as escolhas em alimentação e estilo de vida que vão lhe dar o melhor suporte. Eu também vou ajudar você a fazer uma transformação gradual e duradoura, que ajude a você conseguir seus objetivos de vida de agora e do seu futuro.
O corpo fala. Através da Sabedoria interior que nos habita, recebemos sinais a todo momento, sinalizando o que devemos fazer para nos reequilibrarmos.
Uma dor, uma tensão, um bocejo, um espirro, um espreguiçar, todas as formas de expressão.
Poucos sabem se decodificar, perceber os próprios sinais.
Por isso muitos adoecemos.
Tem pessoas que preferem camuflar seus sintomas, tomando remédios em excesso, drogas etc.
Curar o efeito não é a solução.
É preciso ter consciência para se chegar na causa, na essência e se curar de verdade.
Este é um convite a aprender a se escutar. Procure não se tapear.
Podemos enganar a todos, mas não a nós mesmos.
Perceba se tem algo em si chamando sua atenção agora.
Concentre-se nessa parte.
Respire, levando oxigênio, para ela. Faça de conta que pode conversar com este sintoma.
Qual a mensagem que esta parte está querendo me enviar?
O que fiz para estar assim? – O que posso fazer para melhorar? – O que tenho a aprender?
Todo comportamento e todo sintoma têm uma intenção positiva.
Escute o seu corpo e consequentemente sua alma!
Sunday, March 14, 2010
Evite os Riscos dos aditivos alimentares
Os alimentos industrializados estão abusando da quantidade de aditivos, o que pode provocar inúmeros problemas de saúde – principalmente em crianças. A PRO TESTE fez essa constatação ao longo de seus testes comparativos com alimentos e percebeu a necessidade de alertar a sociedade.
Os aditivos para alimentos são substâncias não-nutritivas que melhoram a aparência, sabor, textura e o tempo de armazenamento de alimentos. Entre os males relacionados ao excesso de consumo, estão alergia, hiperatividade e câncer.
Confira agora o material especial que preparamos sobre os aditivos para alimentos e saiba o que você está consumindo quando ingere um produto industrializado. Imprima ainda um guia de aditivos para ajudar nas suas compras de supermercado.
Crianças, idosos e gestantes são vulneráveis
O risco dos aditivos à saúde é comprovado por uma série de estudos científicos. Os três principais males associados ao consumo excessivo de algumas dessas substâncias são:
Câncer
Hipersensibilidade alimentar
Déficit de atenção com hiperatividade
Há públicos que são ainda mais vulneráveis ao consumo dos aditivos. É o caso de gestantes, idosos, pessoas que têm alimentação pouco variada e, principalmente, crianças menores de três anos.
Crianças não estão prontas para aditivos
O maior problema com a criançada é que os sistemas digestivo e urinário ainda não estão totalmente preparados para processar uma alimentação que traga aditivos. Na saúde infantil, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde recomendam que não sejam utilizados aditivos em produtos alimentares destinados a crianças menores de um ano.
Apesar disso, é importante ressaltar que há vários produtos no mercado para crianças menores de um ano que contêm aditivos, como iogurtes, gelatinas, refrigerantes, biscoitos, balas, dentre outros que são consumidos pelas crianças.
O que você pode fazer
Quanto mais industrializado o produto, mais aditivos químicos ele terá. Por isso, o ideal é que você prepare os produtos frescos em casa. Como isso nem sempre é possível, veja nossas dicas para diminuir o consumo de aditivos:
Leia o rótulo e escolha os produtos com menos aditivos. Esta informação está na lista de ingredientes, http://www.proteste.org.br/20090804/lista-aditivos-Attach_s484891.pdf que é apresentada em ordem decrescente de concentração no produto.
Prefira alimentos simples, menos industrializados e procure prepará-los em vez de utilizar produtos produzidos industrialmente.
Consuma embutidos com moderação e esporadicamente.
Não coma alimentos fortemente aromatizados e reaprenda a apreciar o sabor dos alimentos simples.
Evite produtos com cores muito vivas, que revelam a presença de corantes.
Não abuse dos edulcorantes (adoçantes).
Leve nossa lista de aditivos às compras para saber quais os principais aditivos que devem ser evitados e quais podem causar reações alérgicas.
Frase de alerta para produtos com aditivos
Como o uso abusivo dos aditivos é perigoso, especialmente para crianças, a PRO TESTE reivindica que a mensagem “o consumo pode acarretar efeitos adversos na atenção e concentração da criança” seja incluída em produtos que contenham os seguintes aditivos:
Amarelo crepúsculo
Amarelo quinoleína
Carmosina (azorrubina)
Vermelho allura (vermelho 40)
Tartrazina
Ponceau 4 R
Benzoato de sódio
As normas acima vale, por exemplo, em países europeus. Lá, os fabricantes já estão alterando seus produtos para evitarem a inclusão da frase de advertência. No Brasil, entretanto, esses aditivos ainda são amplamente utilizados, inclusive em produtos específicos para crianças.

Porque nao consumir a cores vivas nas fruitas e nos vegetais que a natureza nos oferece?
No Brasil temos fruta o ano inteiro, mas consumir as frutas da safra, além de bom para o bolso (as frutas em seu período de safra tem menor preço), é também bom para a saúde: a fruta da época utiliza menos agrotóxicos em sua produção.
Os aditivos para alimentos são substâncias não-nutritivas que melhoram a aparência, sabor, textura e o tempo de armazenamento de alimentos. Entre os males relacionados ao excesso de consumo, estão alergia, hiperatividade e câncer.
Confira agora o material especial que preparamos sobre os aditivos para alimentos e saiba o que você está consumindo quando ingere um produto industrializado. Imprima ainda um guia de aditivos para ajudar nas suas compras de supermercado.
Crianças, idosos e gestantes são vulneráveis
O risco dos aditivos à saúde é comprovado por uma série de estudos científicos. Os três principais males associados ao consumo excessivo de algumas dessas substâncias são:
Câncer
Hipersensibilidade alimentar
Déficit de atenção com hiperatividade
Há públicos que são ainda mais vulneráveis ao consumo dos aditivos. É o caso de gestantes, idosos, pessoas que têm alimentação pouco variada e, principalmente, crianças menores de três anos.
Crianças não estão prontas para aditivos
O maior problema com a criançada é que os sistemas digestivo e urinário ainda não estão totalmente preparados para processar uma alimentação que traga aditivos. Na saúde infantil, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e a Organização Mundial de Saúde recomendam que não sejam utilizados aditivos em produtos alimentares destinados a crianças menores de um ano.
Apesar disso, é importante ressaltar que há vários produtos no mercado para crianças menores de um ano que contêm aditivos, como iogurtes, gelatinas, refrigerantes, biscoitos, balas, dentre outros que são consumidos pelas crianças.
O que você pode fazer
Quanto mais industrializado o produto, mais aditivos químicos ele terá. Por isso, o ideal é que você prepare os produtos frescos em casa. Como isso nem sempre é possível, veja nossas dicas para diminuir o consumo de aditivos:
Leia o rótulo e escolha os produtos com menos aditivos. Esta informação está na lista de ingredientes, http://www.proteste.org.br/20090804/lista-aditivos-Attach_s484891.pdf que é apresentada em ordem decrescente de concentração no produto.
Prefira alimentos simples, menos industrializados e procure prepará-los em vez de utilizar produtos produzidos industrialmente.
Consuma embutidos com moderação e esporadicamente.
Não coma alimentos fortemente aromatizados e reaprenda a apreciar o sabor dos alimentos simples.
Evite produtos com cores muito vivas, que revelam a presença de corantes.
Não abuse dos edulcorantes (adoçantes).
Leve nossa lista de aditivos às compras para saber quais os principais aditivos que devem ser evitados e quais podem causar reações alérgicas.
Frase de alerta para produtos com aditivos
Como o uso abusivo dos aditivos é perigoso, especialmente para crianças, a PRO TESTE reivindica que a mensagem “o consumo pode acarretar efeitos adversos na atenção e concentração da criança” seja incluída em produtos que contenham os seguintes aditivos:
Amarelo crepúsculo
Amarelo quinoleína
Carmosina (azorrubina)
Vermelho allura (vermelho 40)
Tartrazina
Ponceau 4 R
Benzoato de sódio
As normas acima vale, por exemplo, em países europeus. Lá, os fabricantes já estão alterando seus produtos para evitarem a inclusão da frase de advertência. No Brasil, entretanto, esses aditivos ainda são amplamente utilizados, inclusive em produtos específicos para crianças.

Porque nao consumir a cores vivas nas fruitas e nos vegetais que a natureza nos oferece?
No Brasil temos fruta o ano inteiro, mas consumir as frutas da safra, além de bom para o bolso (as frutas em seu período de safra tem menor preço), é também bom para a saúde: a fruta da época utiliza menos agrotóxicos em sua produção.
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